Memorial dos Guerreiros do Sistema Prisional

O SIFUSPESP presta homenagem aos servidores e servidoras penitenciários vítimas da COVID-19, celebrando as histórias de vida e o legado deixado dentro e fora do sistema prisional

A pandemia de coronavírus (COVI-19) era algo inimaginável para a maioria de nós até o ano passado, mas eis que essa crise sanitária gravíssima atingiu todo o mundo e, lamentavelmente, também se alastrou pelo Brasil. Com este memorial, o objetivo do SIFUSPESP é prestar homenagem aos guerreiros e guerreiras do sistema prisional que perderam a vida devido à COVID-19. 

Aqui nossa perspectiva não é a da tristeza, ainda que a partida desses servidores e servidoras seja profundamente triste. A proposta é homenagear, valorizar o papel de cada um e cada uma dentro e fora do sistema prisional, pois além de trabalhadores, estamos falando de pais, mães, filhos, filhas, amigos e amigas que se foram e deixaram uma herança imaterial de valor inestimável - o próprio legado para os que ficam. 

Aos que quiserem colaborar com a ampliação das histórias, compartilhando relatos sobre os companheiros e companheiras homenageados no memorial clique no nome e deixe seus comentários.

Memorial

  • Do Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Pacaembu, na região de Adamantina, tinha 60 anos e trabalhava como oficial operacional desde que a unidade foi inaugurada, no final de 2001.  Nas dezenas de mensagens de condolências postadas nas redes sociais do sindicato, amigos e familiares destacam Dantas como “pessoa maravilhosa” e que “cumpriu sua missão” na jornada da vida.
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  • Mais conhecido como Guardão, o policial penal trabalhava desde 2012 no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Suzano. Souza tinha dezenas de cursos de treinamento e manuseio de armamento. Antes do CDP de Suzano, também havia trabalhado no CDP de Caraguatatuba.  Guardão e seu trabalho exemplar ficam na memória dos muitos colegas no sistema prisional.
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  • Carinhosamente conhecido como Maguila, o policial penal era da Penitenciária I de Avaré e fazia parte do Grupo de Intervenção Rápida (GIR) 3.  Como memória de sua vida, os colegas o ressaltam o jeito brincalhão, “amigo e um grande irmão, de coração enorme que nos deixou” e que “cumpriu com louvor toda missão que lhe foi dada”. 
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  • Da  Penitenciária de Andradina, completaria 57 anos em agosto, era casado e com filhos, chamado de “marido herói” pela esposa ao destacar o papel do policial penal para a segurança da sociedade.  “Combateu o bom combate, acabou a carreira, guardou a fé. Desde agora a coroa da justiça lhe está guardada”, destacou uma colega em mensagem à família de Manoel. 
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  • “Professor” era como todos o conheciam, tamanho era seu conhecimento em 32 anos atuando no sistema prisional paulista.  Deixe o exemplo como excelente profissional e de seu companheirismo. “Uma pessoa íntegra, humilde e que não prejudicou nenhum funcionário que trabalhou sob sua diretoria. Que Deus o tenha bem guardado no seu livro de recordação”, afirma um de seus colegas de trabalho. 
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  • Morador de Martinópolis, o policial penal trabalhava na Penitenciária de Pracinha. Era prudentino, solteiro e tinha 39 anos.  Um de seus amigos de infância descrevem Ferreira como uma pessoa “de coração imenso (...) que deixará saudade e grandes lembranças das alegrias e tristezas que tivemos nesse curto tempo em vivermos juntos aqui na terra!”. 
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  • Policial penal da Penitenciária de Pracinha e morador de Adamantina, no interior paulista, tinha 58 de idade e muitos anos de trajetória pelo sistema prisional, onde havia trabalhado em outras unidades, como em Parelheiros, na capital. “são profissionais como ele que estão na linha de frente nesta pandemia sinistra e que têm como abandonar seu posto de trabalho porque o
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  • Policial penal do Centro de Detenção Provisória (CDP) I de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo. “Meu esposo lutou por 30 anos, honrou cada dia de plantão”. Por um dos muitos amigos do sistema, é ressaltado pelo “companheirismo, amizade, honradez, coragem e um grande esposo e pai de família. Estivemos juntos em vários momentos tensos no presídio e nunca
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  • Policial penal de 54 anos, era diarista na Penitenciária Wellington Rodrigo Segura, em Presidente Prudente. Sempre zelosa e disposta a desempenhar seu trabalho da melhor forma possível, para os colegas do sistema fica na memória a funcionária exemplar dedicada à unidade.  Deixou marido e duas filhas.
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  • No sistema prisional desde 1992, o policial penal era casado, tinha 54 anos e trabalhava na Penitenciária I de Sorocaba. “Uma excelente pessoa e excelente profissional, sempre dedicado ao trabalho."
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  • Oficial administrativo na Penitenciária de Florínea, foi do Centro Integrado de Movimentações e Informações Carcerárias, tinha 55 anos e morava em Pedrinhas há quase cinco anos. “A melhor forma de homenageá-la é fazer o que ela gostava de fazer, é ajudando as pessoas. Vamos seguir esse legado e seguir fazendo isso”, afirma o filho de Deise, Victor Hugo, anunciando que
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  • Trabalhava no Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Franco da Rocha e afirmava amar sua profissão.Era sensível a situação das crianças, preocupado com desaparecimentos, sempre compartilhando postagens sobre o tema na tentativa de ajudar as famílias. “Aí em cima tem muita gente que vai te receber de braços abertos (...). Você com certeza vai deixar saudades em muitos corações e será
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  • Policial penal há quase 15 anos na Penitenciária “ASP Adriano Aparecido de Pieri”, em Dracena, Aparecido Cabrioti.Era palmeirense, católico, gostava de viajar ao lado da esposa conhecendo o país, dos momentos com a família que construiu.“Aparecido adorava servir e alegrar as pessoas."
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