O SIFUSPESP inova e apresenta três pautas de reivindicações, fundamentadas, aprovadas em assembleias. A primeira das pautas aprovadas diz respeito às reivindicações específicas do pessoal técnico e da área-meio. As outras duas, voltadas para as necessidades dos ASPs e AEVPs, foram as seguintes: a técnico e financeira, para ser negociada com a Secretaria de Gestão Pública; e a pauta de condições de trabalho e saúde do trabalhador, protocolada junto à Secretaria da Administração Penitenciária.

A campanha salarial 2010 ficará marcada, sem dúvida, pela conquista de duas bandeiras históricas de luta da categoria, a aposentadoria especial e a incorporação de gratificações ao salário. E teve mais:

A campanha salarial de 2008 ficou marcada pela grande manifestação em frente à Gestão Pública, quando Sidney Beraldo, então secretário da pasta, encaminhou uma negociação via Comissão de Política Salarial do governo culminando com a aprovação dos PLCs 22 e 23 /2008.

O ano de 2005 praticamente serviu para o sindicato fazer o “rescaldo” do grande embate de 2004.

Na campanha salarial de 2009 o governador José Serra já tinha a decisão política definida de não negociar salário com nenhuma categoria do funcionalismo, o que de fato ocorreu.

 No ano de 2007 assumiu a atual diretoria do SIFUSPESP (muitos membros remanescentes da diretoria anterior). No entanto, os representantes das chapas perdedoras não acolheram democraticamente a decisão da categoria e buscaram, através de manobras e ações judiciais, dificultar a administração do sindicato.

Passaram-se os anos de 2002 e 2003 e o governo do PSDB, numa postura ainda inerte e insensível às angústias dos funcionários do sistema prisional, viu eclodir em 2004 a nossa grande greve, comentada por alguns estudiosos do assunto como uma verdadeira “rebelião” dos funcionários.