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Campo Grande/Rio Grande do Norte - Cem agentes penitenciários pediram por mais segurança no trabalho em uma manifestação em frente ao presídio de Campo Grande, nesta última quinta-feira (20). O pedido é pelo fim da visita íntima para presos que, segundo os servidores, é um momento de difícil monitoramento e quando aconteceria a troca de informações de grupos criminosos. O movimento ocorreu após a Polícia Federal descobrir planos do Primeiro Comando da Capital (PCC) para assassinar agentes penitenciários em diversos estados.

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http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/agentes-penitenciarios-federais-de-campo-grande-pedem-mais-seguranca-no-trabalho.ghtml

Amazonas/ Brasil- Seis meses após o que foi considerado o maior massacre do Sistema Prisional do Amazonas, que aconteceu devido brigas entre facções, deixando 60 mortos, as Unidades Prisionais do Estado começaram a receber equipamentos de raio-x, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). Ao todo, a Seap adquiriu 24 aparelhos destinados a 17 unidades prisionais da capital e interior. Os equipamentos devem reforçar os procedimentos de revista e fiscalização nos presídios. Além de raio-x, a Seap aguarda a chegada de body scanners (scanner corporal), portais detectores de metais, raquetes e veículos recém-adquiridos para reforçar a segurança nos presídios.

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Umuarama/ Paraná - Duas pessoas foram presas tentando entrar com drogas e celular na cadeia pública de Umuarama dia 20/07. Os casos aconteceram em horários diferentes, porém podem ser considerados semelhantes, já que a tentativa da entrada, tanto do celular quanto da droga, foram utilizando o fundo falso de marmitas. 

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Maringá/Paraná - O Setor de Operações Especiais (SOE) do Departamento Penitenciário e de Execução Penal (Sepen) apreendeu objetos ilícitos na última quarta-feira (19) em revista geral na cadeia de Terra Rica. Entre os objetos estavam treze celulares, facas, facas improvisadas e porções de maconha.

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Por Surrailly Fernandes Youssef, formada em Direito pela Universidade de São Paulo. Atualmente atua como gestora do projeto Audiência de Custódia do Instituto Pro Bono e como pesquisadora no Programa Justiça Sem Muros do Instituto Terra, Trabalho e Cidadania – ITTC e Nina Cappello Marcondes é advogada formada em direito pela Universidade de São Paulo e trabalhou com sistema prisional e justiça criminal

“As políticas municipais têm sido pautadas por uma lógica repressiva de gestão dos territórios urbanos que apenas contribui para intensificar o quadro de encarceramento em massa no Brasil. A Guarda Civil Municipal se transformou em mais um braço policial, com aumento de efetivo, patrulhamento ostensivo em parceria com a polícia militar, utilização de equipamentos militarizados, como drones, deixando de lado a prioridade do município em garantir acesso universal a direitos. Exemplo disto é a percepção dos próprios atendidos pela recentemente extinta política “De Braços Abertos”, que avaliaram de forma significativamente pior a atuação da Guarda Civil Municipal do que das polícias civil e militar, como apontou o Relatório da Pesquisa de Avaliação Preliminar do Programa de Braços Abertos.

Em determinados casos, mesmo fora do cárcere, ao buscar essas redes, o fato de possuir antecedentes criminais acaba sendo um fator excludente. Há diversos casos de pessoas que têm medo de acessar os serviços públicos por possuírem pendências com o sistema criminal. ...Há também casos em que serviços municipais, como centros de acolhida, se recusam a receber pessoas por estarem em prisão domiciliar ou em cumprimento de pena...

As ações do município têm impactos diretos no encarceramento em massa e na intensificação das vulnerabilidades já produzidas pelo cárcere. Apesar disso, os programas municipais historicamente ignoram a garantia de direitos às pessoas em contato com a justiça criminal, priorizando políticas repressivas. Como se a administração municipal não tivesse qualquer responsabilidade nesta seara, menções a estabelecimentos prisionais ou egressos do sistema prisional são sistematicamente ignoradas nos programas eleitorais de candidatos a prefeitos.

...Devido a isso, foi lançada recentemente uma Agenda Municipal para a Justiça Criminal, com uma série de propostas buscando pautar uma atuação municipal no combate ao encarceramento. Desta forma, esse artigo é o primeiro de uma série que tentará abarcar algumas das políticas municipais nesta esfera, mostrando a urgência do município também se envolver numa agenda nacional de desencarceramento.”

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http://justificando.cartacapital.com.br/2017/07/18/municipio-e-encarceramento-em-massa-o-que-podemos-fazer-sobre-isso/