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Os detentos receberam medicação e fazem exames toxicológicos para identificar a origem da intoxicação. Pelo menos 26 sentenciados estão sendo submetidos a tratamento dentro da unidade, sem necessidade de remoção para o hospital.

Segundo informações da Secretaria de Administração Penitenciária(SAP) repassadas à jornalista Hidaiana Rosa, do jornal Metro de Campinas, mais de 30 presos de uma única cela teriam apresentado sintomas de intoxicação na noite de ontem, após comerem macarrão e estrogonofe trazidos por visitantes, segundo relataram à diretoria da P3. Eles foram medicados pela equipe de saúde da unidade.

Na madrugada, um dos presos começou a passar mal e, de acordo com a SAP, foi encaminhado à enfermaria mas já chegou ao socorro sem sinais vitais. A morte ainda é tratada como suspeita e será investigada pela Polícia Civil, que fez a perícia no local na manhã de hoje.

Integrantes do SIFUSPESP que estiveram na unidade apuraram que, diferentemente do que divulgou a SAP, o preso não chegou a se queixar do problema pois teria sido encontrado morto pelos colegas.

Em nota oficial, a Vigilância Sanitária do município informou que já coletou amostras das refeições servidas aos presos e encaminhará o material para análise, a fim de identificar o que pode ter causado a intoxicação. Os detentos, no entanto, também tiveram acesso a alimentos preparados fora do Complexo Penitenciário, que foram entregues durante as visitas no último fim de semana. Estes itens não estavam mais disponíveis para coleta de amostra.

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